Intermediação de Crédito - Banco de Portugal sob o n.º 0001429

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Simulador de Certificados de Aforro Série F

Os Certificados de Aforro (CA) são títulos da dívida pública portuguesa, muito procurados por quem busca poupança segura e com rendimento garantido. Ao investir em CA, está a emprestar dinheiro ao Estado e, em troca, recebe juros periodicamente.

Este produto destaca-se por capital garantido pelo Estado – o investidor recebe sempre de volta o montante investido mais os juros devidos no momento do resgate. Além disso, os certificados têm alta liquidez, pois após um período inicial de imobilização é possível levantá-los a qualquer momento, sem perder o capital.

Em suma, os CA são uma solução de poupança tradicional, segura, acessível e flexível, o que explica a sua popularidade junto de pequenos e grandes aforradores.

Simulador de Certificados de Aforro

O nosso simulador de Certificados de Aforro representa uma ferramenta fundamental para visualizar e planear o seu investimento, permitindo tomar decisões informadas sobre as suas poupanças.

Como intermediário de crédito autorizado pelo Banco de Portugal, mantemo-nos disponíveis para esclarecer todas as suas dúvidas sobre este produto de investimento.

O simulador de Certificados de Aforro permite uma análise detalhada do seu investimento através de:

Dados de Entrada:

  • Montante inicial do investimento
  • Período total de investimento em anos
  • Valor dos reforços mensais (se pretendidos)
  • Taxa de inflação anual prevista

Resultados Calculados:

  • Valor acumulado detalhado ano a ano
  • Juros gerados pelo investimento
  • Impacto real da inflação no valor final
  • Total dos reforços realizados
  • Valor final ajustado à inflação
  • Detalhes dos resultados anuais em formato de tabela
Cap automático: 2,5% (Série F) · Valor por defeito: 2,028%

Resultado:

Detalhes dos Resultados Anuais (líquidos):

AnoValor no início do ano (€)Reforços (€)Juros líquidos no ano (€)Valor no fim do ano (€)

Série F vs. Série E – Novas Condições de Juro

Atualmente encontra-se em comercialização a série F dos Certificados de Aforro, lançada em junho de 2023 para substituir a anterior série E. A série F trouxe condições de juros diferentes, com uma redução do teto máximo da taxa de juro base de 3,5% na série E para 2,5% na série F.

Na prática, a taxa base dos CA série F é indexada à Euribor a 3 meses (média dos últimos 10 dias úteis de cada mês, com arredondamento à terceira casa decimal) e ajustada mensalmente.

Essa taxa base nunca pode ser inferior a 0% nem superior a 2,5% ao ano. (Na antiga série E, a fórmula era semelhante mas adicionava +1% à média da Euribor, com teto em 3,5%.

A remuneração dos certificados aumenta com o tempo de subscrição através dos prémios de permanência. A partir do 2º ano de investimento, soma-se um bónus à taxa base, que vai crescendo em escalões ao longo dos anos. Na série F, os prémios de permanência estão definidos da seguinte forma:

  • Do 2.º ao 5.º ano: +0,25% à taxa base;
  • Do 6.º ao 9.º ano: +0,50% à taxa base;
  • Nos 10.º e 11.º anos: +1,00% à taxa base;
  • Nos 12.º e 13.º anos: +1,50% à taxa base;
  • Nos 14.º e 15.º anos: +1,75% à taxa base.

Em contraste, na série E (já fechada a novas subscrições) os prémios de permanência eram mais elevados: a partir do 2º ano adicionava-se +0,5%, aumentando para +1% a partir do 5º ano em diante.

Em outras palavras, quem detém certificados da série E continua a beneficiar de juros base Euribor 3m + 1% (teto 3,5%), acrescidos de 0,5% após 1 ano e 1,0% após 5 anos.

Por exemplo, se a Euribor a 3 meses média estiver em 2%, um certificado da série E já com mais de 5 anos de antiguidade renderia cerca de 3% + 1% = 4% ao ano, enquanto um da série F (nas mesmas condições de taxa base) renderia 2% + 0,25% = 2,25% ao ano no 2º ano de subscrição.

Em suma, a série F oferece juros iniciais inferiores à série E, mas permite beneficiar de juros por um período mais longo (15 anos) e com acumulação progressiva de prémios.

Prazo e resgate: Os certificados série F têm prazo máximo de 15 anos, superior aos 10 anos da série anterior E. O investimento fica bloqueado apenas nos primeiros 3 meses – após este período mínimo, o aforrador pode resgatar total ou parcialmente o seu dinheiro a qualquer momento e sem penalizações ou comissões.

Importa notar que, caso faça um resgate antes da data de vencimento dos juros trimestrais, os juros desse trimestre em curso não serão pagos sobre o montante resgatado (ou seja, convém aguardar pela data de pagamento de juros do trimestre para não perder esse rendimento).

Sempre que resgatar, receberá o valor nominal das unidades resgatadas acrescido dos juros já capitalizados até à data do resgate, sendo o montante creditado na sua conta bancária associada num prazo de até 7 dias. Em caso de resgate parcial, é exigido que permaneçam pelo menos 100 unidades (€100) em cada conta aforro.

Montantes Mínimos, Máximos e Limites de Investimento

Cada Certificado de Aforro tem valor nominal de 1 euro. Na série F, o investimento inicial mínimo é de 100 unidades (€100) por conta aforro. Após a subscrição inicial, é possível fazer reforços adicionais de pelo menos 10 euros cada (10 unidades).

Atualmente, o montante máximo de subscrição na série F é de 100.000 euros por titular (por conta aforro). Este limite foi recentemente aumentado – inicialmente era de 50.000€ – para permitir maiores investimentos nesta nova série.

Para quem já possui certificados da série E, é importante saber que existe um limite conjunto: a soma de certificados das séries E + F por titular não pode ultrapassar 350.000 euros. (Este teto combinado também foi revisto em alta face ao anterior limite de 250.000€ para o conjunto das duas séries.) Em termos práticos, um investidor que já tivesse o máximo de 250 mil euros na série E poderá agora subscrever até 100 mil euros adicionais na série F, totalizando 350 mil euros em certificados de aforro em seu nome.

Características Detalhadas da Série F

A Série F, criada através da Portaria n.º 149-A/2023, apresenta condições específicas:

Taxa de Juro:

  • Taxa base: média dos valores da Euribor a três meses
  • Limite mínimo: 0%
  • Limite máximo: 2,5%

Montantes:

  • Valor mínimo de subscrição: 100€
  • Valor máximo de subscrição: 100.000€
  • Reforços mínimos permitidos: 10€

Prémios de Permanência Detalhados:

  • Do 2.º ao 5.º ano: acréscimo de 0,25% à taxa-base
  • Do 6.º ao 9.º ano: acréscimo de 0,50% à taxa-base
  • Nos 10.º e 11.º anos: acréscimo de 1% à taxa-base
  • Nos 12.º e 13.º anos: acréscimo de 1,50% à taxa-base
  • Nos 14.º e 15.º anos: acréscimo de 1,75% à taxa-base

Como Subscrever os Certificados de Aforro (Série F)

Para começar a investir, é necessário abrir uma Conta Aforro junto do IGCP (Agência de Gestão da Tesouraria e Dívida Pública). A conta aforro é pessoal (um único titular) e pode ser aberta nos CTT – Correios ou em agentes autorizados. Atualmente, pode abrir a conta e subscrever certificados série F através dos seguintes canais:

  • Balcões dos CTT ou Espaços Cidadão (atendimento presencial);
  • Instituições financeiras parceiras do IGCP, como o Banco de Investimento Global (BiG), que permitem a subscrição nas suas plataformas;
  • AforroNet (portal online do IGCP) – plataforma digital onde é possível gerir a conta aforro via internet;
  • App CTT – aplicação móvel dos CTT que passou a disponibilizar acesso à conta aforro e subscrição de certificados diretamente pelo telemóvel.

No ato de abertura da conta e primeira subscrição, deverá apresentar alguns documentos obrigatórios:

  • Documento de identificação (Cartão de Cidadão ou BI; para estrangeiros, passaporte ou título de residência);
  • Número de Identificação Fiscal (NIF);
  • Comprovativo de IBAN de conta bancária em nome do titular (para associar onde serão creditados os resgates);
  • Comprovativo de morada (por exemplo, certidão de domicílio fiscal ou fatura de serviço);
  • Comprovativo de profissão ou situação laboral (por exemplo, recibo de vencimento ou declaração da entidade patronal).

Após abrir a conta e apresentar a documentação, a subscrição mínima é de €100 (100 unidades). A subscrição não tem quaisquer custos – não há comissões de adesão, manutenção ou resgate associados aos certificados.

Os juros são automaticamente creditados na própria conta aforro, aumentando o saldo aplicado.

Vale lembrar que apenas pessoas singulares (particulares) podem subscrever Certificados de Aforro – não estão disponíveis para empresas ou outras entidades. Menores de idade podem ser titulares de conta aforro, desde que a conta seja aberta pelos seus representantes legais (pais ou tutor).

Resgate (levantamento): Conforme mencionado, após 3 meses da data de subscrição, pode-se efetuar o resgate de parte ou da totalidade dos certificados, a qualquer altura, sem penalização ou custos. O resgate é solicitado preferencialmente através do AforroNet ou presencialmente nos CTT/IGCP e o montante resgatado é pago por transferência bancária para o IBAN associado à conta aforro.

Em caso de resgate parcial, deve-se respeitar o mínimo de 100 unidades restantes em conta. O investidor tem liberdade para decidir quando resgatar, lembrando apenas da dica: para não perder juros acumulados, é recomendável resgatar logo após a data de vencimento trimestral dos juros (assim os juros desse trimestre são creditados antes do resgate).

Aspectos Fiscais e Financeiros

Tributação:

  • Taxa liberatória de 28% sobre os juros
  • Retenção na fonte automática
  • Dispensa de declaração adicional no IRS

Capitalização dos Juros:

  • Vencimento trimestral dos juros
  • Capitalização automática na conta
  • Cálculo baseado na taxa Euribor a 3 meses
  • Adição dos prémios de permanência conforme o prazo

Quanto rendem os Certificados de Aforro?

A rentabilidade dos Certificados de Aforro depende da taxa base (atrelada à Euribor) e do prémio de permanência, conforme vimos. Na série F, à taxa base atual acrescentam-se os bónus progressivos que permitem que a taxa de juro efetiva atinja até 4,25% ao ano nos últimos anos do prazo (considerando a taxa base no máximo de 2,5% + prémio de 1,75%).

Porém, note que a taxa base pode variar mensalmente conforme a Euribor; por exemplo, em setembro de 2025 a taxa base fixada para novas subscrições foi 2,028% (bruta anual), valor abaixo do teto máximo – refletindo a descida recente das taxas de juro no mercado. Ainda assim, graças à capitalização trimestral e aos prémios, os certificados podem gerar um rendimento composto interessante ao longo dos anos.

Para entender como calcular o rendimento dos seus certificados, vejamos um exemplo prático passo a passo. Suponha um investimento inicial de 5.000€ em certificados da série F, com a taxa base no máximo de 2,5% ao ano (valor bruto anual) no período considerado:

  1. Juro anual bruto: Aplicando a taxa de 2,5% a €5.000, teríamos €125 de juro em um ano completo.
  2. Juro trimestral bruto: Como os juros são pagos trimestralmente, dividimos o juro anual por 4. Isso dá aproximadamente €31,25 de juro bruto por trimestre.
  3. Retenção de IRS (28%): Os juros dos CA estão sujeitos a uma taxa liberatória de 28% de IRS. Essa retenção é feita automaticamente na fonte, antes dos juros serem creditados na sua conta. Assim, dos €31,25 de juro bruto trimestral, €8,75 correspondem a IRS, restando cerca de €22,50 de juro líquido recebido no fim do 1º trimestre. (Não é preciso se preocupar com a declaração destes juros no IRS anual, pois a tributação já ficou assegurada na fonte.)
  4. Capitalização dos juros: Os €22,50 líquidos são automaticamente adicionados ao capital investido. Desse modo, para o cálculo do juro no trimestre seguinte, o novo saldo passará a ser €5.000 + €22,50 = €5.022,50.
  5. Trimestre seguinte: Mantendo a mesma taxa de juro (2,5% anual), no 2º trimestre os juros brutos seriam calculados sobre €5.022,50, resultando em ~€31,39 brutos, ou €22,60 líquidos após imposto. Note que já é um valor ligeiramente superior ao do trimestre anterior, devido ao efeito da juros compostos (o juro gerado também começa a render juros).
  6. Repetição do cálculo: A cada novo trimestre, o processo se repete – calcula-se o juro sobre o saldo atualizado, divide-se por 4 e retém-se 28%. À medida que os trimestres avançam, o saldo vai crescendo e, consequentemente, os juros trimestrais líquidos também aumentam gradualmente. Caso a taxa base mensal venha a mudar (conforme flutuações da Euribor), o simulador ou o cálculo deve considerar a taxa vigente em cada trimestre para maior precisão. Além disso, a partir do 2º ano de subscrição, passa a incidir o prémio de permanência, elevando a taxa efetiva e incrementando ainda mais os juros auferidos.

Como se percebe, manualmente o cálculo da rentabilidade trimestre a trimestre pode ser trabalhoso, sobretudo quando a taxa base varia ao longo do tempo. Para facilitar, pode utilizar simuladores disponíveis.

O IGCP e os CTT disponibilizam simuladores oficiais onde se pode introduzir o montante, data de subscrição e série, obtendo a projeção de juros e o valor futuro da poupança.

Aqui no nosso site, desenvolvemos um Simulador de Certificados de Aforro Série F para que possa visualizar quanto dinheiro poderá acumular em determinado prazo. Basta inserir o montante que planeia investir e o período de investimento, e a ferramenta calcula automaticamente a evolução do saldo, considerando a taxa atual e os prémios de permanência. Experimente diferentes cenários no simulador para planear o seu investimento de forma informada e otimizar os seus ganhos.

Como consultar o valor dos seus Certificados de Aforro

Depois de investir, é natural querer acompanhar a valorização da sua poupança. Para verificar quanto dinheiro já acumulou em Certificados de Aforro (capital + juros), pode usar a própria plataforma do IGCP. Ao aceder ao AforroNet, terá acesso à sua conta aforro online, onde é possível consultar o saldo e os juros contabilizados em tempo real. O serviço permite ver as subscrições ativas, os juros já creditados e até simular novos reforços ou resgates.

Além da via digital, pode também solicitar extratos da conta aforro junto dos CTT ou do IGCP. Os extratos periódicos (digitais via AforroNet ou enviados por correio) são gratuitos e mostram detalhadamente o histórico de juros creditados e o saldo atual de certificados.

Caso necessite de um extrato de data específica (por exemplo, para confirmar o valor em determinada data passada), o IGCP emite mediante pedido, estando sujeito a eventual taxa administrativa.

Em resumo, manter-se a par do valor dos seus certificados é simples e sem custos: pelo AforroNet ou através de atendimento presencial, pode acompanhar a evolução dos seus investimentos em qualquer momento.

Vantagens Competitivas dos Certificados de Aforro

Segurança: São produtos com risco praticamente nulo, por serem garantidos pelo Estado Português. Não há perigo de perder o capital investido – no vencimento (ou resgate) recebe sempre 100% do valor aplicado, acrescido dos juros vencidos até então.

Juros atrativos e compostos: A taxa de juro está indexada à Euribor, o que em cenários de juros altos torna este produto muito atrativo. Mesmo com o limite de 2,5%, os prémios de fidelidade permitem aumentar a rentabilidade ao longo do tempo, atingindo até +1,75% adicionais. Os juros são trimestralmente capitalizados, ou seja, rendem juros sobre juros, aumentando o retorno total obtido.

Liquidez e flexibilidade: Apesar de serem uma poupança de longo prazo (15 anos na série F), os certificados oferecem liquidez elevada. Após 3 meses, pode levantar parcial ou totalmente a poupança a qualquer momento, sem penalizações ou perguntas. Essa flexibilidade não existe em muitos outros produtos de rendimento comparável. Além disso, pode fazer reforços livres (desde 10€) sempre que quiser aumentar o investimento.

Isenção de custos: Não há comissões de subscrição, nem de manutenção, nem de resgate. Todo o dinheiro investido trabalha para si, sem encargos ocultos ou despesas de administração. A tributação dos juros (28% IRS) é feita de forma automática, pelo que recebe sempre os juros já líquidos e não precisa se preocupar com burocracias fiscais adicionais.

Acessibilidade: O montante mínimo de entrada (100€) é baixo, tornando os certificados acessíveis a praticamente qualquer poupador. Além disso, por serem nominativos e não negociáveis, estão protegidos de flutuações de mercado – o valor não depende de cotações, mas sim das condições contratadas com o Estado. É um investimento de baixo valor mínimo e sem complexidade, ideal para iniciantes em produtos de poupança de baixo risco.

Segurança do Investimento:

  • Garantia total do Estado Português
  • Capital investido sempre garantido
  • Risco mínimo comparado com outras aplicações
  • Supervisão do Banco de Portugal

Flexibilidade Operacional:

  • Possibilidade de reforços periódicos
  • Resgate flexível após período mínimo
  • Capitalização automática dos rendimentos
  • Gestão simplificada do investimento

Limites de Investimento:

  • Máximo de 100.000€ na Série F
  • Limite conjunto de 350.000€ com Série E
  • Possibilidade de investimento em nome de menores

Considerações Finais

Os Certificados de Aforro Série F surgiram para realinhar a remuneração da dívida pública com as condições de mercado atuais, garantindo simultaneamente um incentivo à poupança de longo prazo para as famílias.

Embora a taxa base máxima tenha sido reduzida em relação à série anterior, a Taxa Interna de Rentabilidade (TIR) global dos certificados série F (considerando os prémios de permanência ao longo dos 15 anos) é semelhante à rentabilidade de obrigações do Tesouro de prazo equivalente, segundo o Ministério das Finanças.

Ou seja, continua a ser um produto competitivo no contexto das opções de investimento de renda fixa, conjugando boa rentabilidade, baixo risco e flexibilidade.

Se está a considerar investir ou reforçar a sua aplicação em Certificados de Aforro, aproveite o simulador interativo disponibilizado nesta página para planear os seus ganhos de forma realista.

Esta ferramenta permite visualizar o crescimento da sua poupança ao longo do tempo e tomar decisões informadas sobre prazos e montantes a aplicar. Caso permaneçam dúvidas sobre este produto de poupança – seja sobre as condições, procedimentos ou vantagens – a Essential Advice (CrediSolutions), enquanto intermediário de crédito autorizado pelo Banco de Portugal, está à sua disposição para prestar esclarecimentos adicionais e ajudá-lo a alcançar os seus objetivos financeiros. Sinta-se à vontade para nos contactar e bons investimentos!

Nota: Este artigo tem carácter meramente informacional e não constitui aconselhamento financeiro de investimento. Antes de tomar uma decisão, deve realizar a sua própria análise e avaliar os riscos envolvidos.

Fontes: Certificados de Aforro – IGCP & CTT; Diário da República (Portaria n.º 149-A/2023); Jornal Renascença; Idealista/news; MoneyLab; Ius Fidem